Leaders League 2027
A Force integra o ranking Best Consulting Firms for Restructuring & Insolvency do Brasil, com menção aos sócios-fundadores Marlon Korbes e Caciano Zanella.
Boutique de reestruturação empresarial · SC, atuação nacional
2.466 empresas entraram em recuperação judicial em 2025, recorde da série histórica da Serasa Experian. A diferença entre reestruturar e perder a empresa está na clareza do número e no tempo para decidir.
100% dos planos aprovados · +R$ 2,5 bilhões em passivos reestruturados · Reconhecida pela Exame 2025 e 2026 e pela Reconhecida pela Leaders League 2027
Planos de recuperação aprovados
Passivos reestruturados
Anos de experiência dos sócios
Reconhecimento
A Force integra o ranking Best Consulting Firms for Restructuring & Insolvency do Brasil, com menção aos sócios-fundadores Marlon Korbes e Caciano Zanella.
A Force está no ranking Negócios em Expansão da Exame em 2025 e em 2026.
Serviços

Condução técnica sob a Lei 11.101/2005: continuidade da operação, reestruturação de passivos, negociação com credores e bancos, e venda de UPI. Entenda como funciona a recuperação judicial →
Estancar a perda, recuperar margem e giro, e profissionalizar a gestão com indicadores que a liderança lê em segundos. Veja como funciona um turnaround →
Renegociação de dívida, redesenho de estrutura de capital e de custos, e correção dos processos que drenam o caixa. O que é reestruturação empresarial →
Estrutura de decisão, controles e separação entre família e operação, para a empresa sobreviver à própria sucessão.
Uma única fonte de verdade para o número: do dado bruto ao painel que sustenta decisão de board. Explore as demos do BI da Force →
Viabilidade, valuation e modelagem para fundamentar decisão de investidor, credor e conselho.
Capital exposto e a decisão entre sair ou dobrar a aposta? Conduzimos a reestruturação que faz o investimento voltar a gerar resultado. A empresa contrata. O investidor ganha previsibilidade e um número em que dá para confiar.
Artigos
Recuperação judicial, reestruturação empresarial e turnaround explicados por quem executa. Dado oficial, leitura preditiva e zero achismo.
O crédito que fica fora do plano e recebe primeiro na falência. A fila do artigo 84, o financiamento durante a recuperação criado em 2020, o fato gerador do Tema 1051 e a decisão do STJ que afastou o teto de 150 salários mínimos.
Ler o guia → Guia · Recuperação judicialO prazo improrrogável de 60 dias, os três conteúdos obrigatórios do artigo 53, os meios de recuperação do artigo 50 e os limites que a lei impõe em cada classe de credor.
Ler o guia → Guia · Recuperação judicialOs deveres do artigo 22, o teto de 5% da remuneração, por que ele não assume a gestão da empresa e o peso do relatório mensal na leitura que o mercado faz da companhia.
Ler o guia → Guia · Recuperação judicialOs três requisitos cumulativos do artigo 58, § 1º, a trava do tratamento diferenciado, a diferença para o cramdown do Chapter 11 e por que a conta se fecha antes da assembleia.
Ler o guia → Guia · FalênciaO patrimônio da empresa depois da sentença de falência. Quem administra, como a venda acontece em até 180 dias sem que o comprador herde dívidas e em que ordem os credores recebem, do extraconcursal aos juros.
Ler o guia → Guia · Recuperação judicialO período em que a empresa em recuperação judicial fica protegida de execuções. Como os 180 dias são contados, a prorrogação única criada em 2020, quem fica fora da suspensão e por que o avalista continua exposto.
Ler o guia → Guia · LegislaçãoO mapa da LREF: a quem a lei se aplica, como os capítulos se organizam, os três instrumentos que ela oferece e o que a reforma da Lei 14.112/2020 mudou em stay period, financiamento, venda de ativos e falência.
Ler o guia → Guia · Estrutura de capitalQuando as dívidas superam os bens e o patrimônio líquido fica negativo. A fórmula, um exemplo, a relação com a insolvência do Código Civil, por que isso não significa falência e os caminhos para recompor o patrimônio.
Ler o guia → Guia · LegislaçãoO benefício do decreto de 1945 que dava prazo ao comerciante em crise. Como funcionavam a preventiva e a suspensiva, por que acabou em 2005 e o que a recuperação judicial mudou em quem decide, quem entra e o que se pode propor.
Ler o guia → Institucional · Na imprensaEm matéria do FIDC News, Marlon Korbes, sócio-fundador da Force, explica por que a crise da empresa cedente aparece na fábrica e na logística antes do balanço, e o que o gestor de FIDC deve acompanhar.
Ler a notícia → Institucional · ReconhecimentoA Force aparece pela primeira vez no ranking da Leaders League de consultorias de reestruturação e insolvência do Brasil, com menção aos sócios-fundadores Marlon Korbes e Caciano Zanella. O que é a Leaders League e como ela monta a lista.
Ler a notícia → Guia · CredoresQuem não tem garantia real nem preferência legal forma a classe III da recuperação judicial. Como essa classe vota, o que a reforma de 2020 colocou dentro dela e por que o teto de 150 salários mínimos não vale para o voto.
Ler o guia → Guia · Gestão de criseInsolvência é a incapacidade de honrar as dívidas. A diferença entre a insolvência de caixa e a patrimonial, o que a Lei 11.101 trata como insolvência empresarial e as saídas em cada estágio.
Ler o guia → Fundamentos · Plano de recuperaçãoCriar subgrupo dentro do quirografário é permitido pela Lei 11.101. O que a lei exige é critério objetivo e verificável, e é aí que o desenho costuma falhar. O exemplo do fornecedor de café explica melhor do que qualquer definição.
Ler a análise → Fundamentos · Plano de recuperaçãoO plano em execução pode ser alterado, e a alteração não retroage. A Terceira Turma do STJ fixou que o aditamento incide sobre as obrigações remanescentes, a partir do saldo existente na homologação, sem recalcular o que já foi pago.
Ler a análise → Guia · Recuperação judicialAtivo vendido como unidade produtiva isolada sai livre de ônus e sem sucessão. O que os artigos 60, 60-A e 141 garantem na prática, e o que fica de fora dessa proteção.
Ler o guia → Pilar · Estrutura de capitalA combinação entre dívida e capital próprio que financia a operação. Os quatro descasamentos que rompem uma estrutura, os indicadores que revelam cada um e por que uma estrutura quebrada é ponto de partida do diagnóstico, e não a conclusão dele.
Ler a análise → Análise de caso · Recuperação judicialA decisão suspendeu execuções, protegeu contratos e manteve as travas bancárias sobre os recebíveis de cartão. Como funciona a conta bolsão, o que o artigo 49 § 3º deixa fora da recuperação e por que o plano de sessenta dias precisa ser feito sobre o caixa que sobra.
Ler a análise → Análise de caso · Recuperação judicialO pedido declara R$ 140,188 milhões e reúne cinco empresas do grupo. A própria petição atribui a crise, ao lado dos juros, à disputa societária e à perda de controle sobre imóveis. Por que estrutura societária é variável de crédito, e o que isso muda no comitê.
Ler a análise → Guia · Estrutura de capitalTrês dos quatro covenants mais comuns rompem sem a empresa tomar dívida nova. O que o item 74 do CPC 26 faz com o passivo circulante, por que o waiver assinado depois da data-base não desfaz a reclassificação e o que o cross-default espalha.
Ler o guia → Guia · Recuperação judicialA classe II vota em separado e o crédito vale até o limite do bem gravado. Por que alienação fiduciária não é garantia real para esse efeito, e o que o artigo 50 exige para suprimir ou trocar a garantia.
Ler o guia → Guia · CredoresSão 15 dias para o administrador judicial e 10 para impugnar em juízo. O que muda quando o crédito entra como retardatário, e por que a classificação errada custa a posição que o contrato construiu.
Ler o guia → Análise de casoA Botafogo SAF entrou em recuperação judicial em 2026 com passivo de R$ 2,5 bilhões e R$ 1,28 bilhão sujeito ao processo. O caso lido pela Lei 11.101, com stay period, plano e o regime das SAFs, e os dados oficiais do processo.
Ler a análise → ReestruturaçãoAs três frentes da reestruturação, o momento certo de agir e as quatro fases do processo na prática.
Ler o artigo → Turnaround · PerformanceAs fases da virada operacional, os indicadores que provam o resultado e as três causas que fazem turnarounds falharem.
Ler o artigo → Guia · ReestruturaçãoO artigo 53 da Lei 11.101 exige demonstrar viabilidade, e não define fórmula. O que separa crise de liquidez de crise de estrutura de capital, o que o credor testa na projeção e por que plano aprovado não é prova de viabilidade.
Ler o guia → Análise de caso · Recuperação judicialA varejista encerrou 298 lojas e desligou cerca de 1,9 mil pessoas, e o pedido de recuperação judicial foi protocolado dois dias depois, em 16 de agosto, com passivo declarado de R$ 17,3 bilhões. Por que o corte criou justamente o passivo que o plano extrajudicial de 2024 não alcançava.
Ler a análise → Recuperação judicialO instrumento congela o passivo e devolve fôlego, mas não muda a operação que gerou a crise. O que a ABJ mostra sobre o depois do plano aprovado e o descasamento entre 2 anos de fiscalização e 9 de pagamento.
Ler o artigo → Diagnóstico · InstrumentosNem toda crise pede recuperação judicial. Os quatro degraus na ordem, da repactuação direta com os credores até a autofalência, com o que cada um suspende e quando cabe.
Ler o artigo → Credores · NegociaçãoA mesa não é campo de batalha. Deságio por classe nos dados da ABJ, financiamento DIP e por que a postura da empresa decide se o credor vira parceiro da virada.
Ler o artigo → Análise de casoNa extrajudicial de R$ 1,1 bilhão, 92% do valor assinado trocou dinheiro por ação. O que o artigo 163 permite e o que muda para quem não assinou.
Ler a análise → Análise de casoA consolidação substancial junta ativos e passivos do grupo num quadro único. O que o artigo 69-K extingue, o que ele preserva e o risco que muda de tamanho.
Ler a análise → Recuperação judicialO guia completo do processo: requisitos, stay period, plano, assembleia de credores e o que decide entre aprovar e convolar em falência.
Ler o artigo → Gestão de criseOs avisos que aparecem no número de 6 a 12 meses antes da crise aberta, e o que fazer em cada estágio para manter o poder de decisão.
Ler o artigo → ReestruturaçãoO instrumento que homologa acordo com credores sem o peso do processo completo. Quóruns, limites e comparação direta com a recuperação judicial.
Ler o artigo →Quando o passivo não cabe mais no caixa e a negociação direta com credores travou. Quanto antes a empresa procura ajuda, mais alternativas existem: recuperação extrajudicial, renegociação estruturada ou turnaround. O trabalho começa sempre pelo diagnóstico dos sinais, não pelo pedido.
A recuperação judicial suspende execuções por 180 dias e vincula todos os credores sujeitos ao processo. A recuperação extrajudicial homologa um acordo negociado antes, com adesão de mais da metade dos créditos de cada espécie envolvida. É mais rápida e menos custosa, mas exige negociação prévia madura.
Sim. A Force é uma boutique catarinense com sedes em Itajaí e Chapecó e atuação nacional, ao lado de fundos, bancos, administradores judiciais e o time da empresa.
Por um diagnóstico de causa-raiz: caixa, dívida, margem e governança. Antes de qualquer proposta, identificamos o que de fato está drenando o resultado e onde está a alavanca de virada. A primeira conversa já é diagnóstica, não comercial.
Depende do estágio da crise e da complexidade do passivo. Em recuperação judicial, o tempo mediano até a deliberação definitiva sobre o plano é de 384 dias em varas especializadas, segundo o Observatório da Insolvência da ABJ. O método não muda: estabilizar o caixa primeiro, plano depois, resultado medido em prazo. Veja as etapas do processo.
Empresas médias e grandes em decisão crítica, que precisam de diagnóstico honesto e execução dentro de casa. O histórico soma mais de R$ 2,5 bilhões em passivos reestruturados, de mandatos de recuperação judicial relevantes a turnarounds operacionais.